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13/11/2003 - Problemas cardíacos deram salto em hospital de Nova York após 11 de setembro de 2001

ORLANDO, EUA - Um estudo realizado em um hospital do Brooklyn revelou que o número de casos de ataque cardíaco e arritmia grave deu um enorme salto nos meses que seguiram os atentados de 11 de setembro de 2001, reforçando a idéia de que o estresse psicológico pode desencadear este tipo de problema.

Várias pesquisas têm demonstrado que o estresse de vários tipos pode elevar o risco de ataque cardíaco, mas o novo estudo mostra um vínculo direto entre um evento traumático e problemas do coração em toda uma população. Também sugere que episódios esses podem ter um impacto que não se suspeitava sobre os sistemas de saúde pública.

Nos 60 dias que se seguiram aos atentados que derrubaram a Torres Gêmeas do World Trade Center, o Hospital Metodista de Nova York, no bairro do Brooklyn, tratou 35% mais casos de ataque do coração do que a média e 40% mais casos de arritmia grave, descobriram o médico Jianwei Feng e sua equipe.

Nesse período, 425 pacientes foram atendidos com sintomas de ataque cardíaco no hospital. Eles compararam os dados com os de 428 pacientes atendidos nos dois meses anteriores. Antes do 11 de setembro, 11.2% dos pacientes estavam realmente tendo um infarto. Depois, 15,3%, disse Feng em uma reunião da Associação Americana do Coração, em Orlando, na Flórida - um aumento de 35%. Nas arritmias, houve um crescimento de 40%: de 13% de casos confirmados, para 18.8%.

Para os médicos, há uma explicação biológica clara para isso.

- Sempre que uma pessoa passa por estresse psicológico ou emocional, os nível de catecolamina se eleva, o que aumenta o ritmo dos batimentos cardíacos e a pressão sangüínea.

A catecolamina é um composto que afeta o sistema nervoso simpático - que controla funções orgânicas não conscientes, como os batimentos do coração.



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