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22/06/2010 - AL registra 15% de defasagem na adoção de TIC

Meta de implantação da internet rápida no Brasil para os domicílios e PMEs, até 2015, é de 75%, e pode reduzir a diferença em relação ao restante do planeta.

No Fórum Íbero-Americano para o Desenvolvimento da Banda Larga, ocorrido nesta segunda – feira (21), os representantes do Brasil, Chile, Peru, México, Argentina, Costa Rica, bem como Estados Unidos, Espanha e Portugal discutiram como implantar o sistema nos países latinos-americanos e fazer com que a diferença destes com o resto do mundo seja diminuída. De acordo com o consultor mexicano Ernesto Flores-Roux, a América Latina está 15% abaixo, em desenvolvimento, do resto do mundo.

Na abertura do evento foi divulgado que desde o ano 2000 a implantação de internet banda larga nos países é discutida. Começou com os Estados Unidos, chegando a todos os países posteriormente. Cezar Alvarez, assessor direto da Presidência da República, afirmou que o conhecimento de internet e banda por IP se tornam cada vez mais públicas. Banda larga é estratégica para política, informação e inclusão, explicou.

Um dos pontos mais abordados na abertura foi a questão da inclusão digital e a geração de empregos. Guillermo Tromberry, presidente o Conselho Diretor da Superintendência de Investimentos Privados em Comunicação (Ospitel) do Peru, afirmou que a implantação da banda larga permite benefícios pessoais e profissionais, porque dão trabalho aos membros das comunidades que ainda não têm acesso. A cada conexão estabelecida, dois empregos são gerados no mercado.

Tromberry defende a integração dos países em suas zonas fronteiriças. Exemplificou com a região do Acre e Rondônia: Lá existe vários tipos de produção, como cacau, madeira e café, mas não possuem produção tecnológica. Já que o Sudeste é muito longe, nós do Peru e países em torno poderíamos fornecer o que lhes falta, o que teria uma redução significativa de custos, explicou.

Cobertura da banda larga
Todo Brasil tem ressaltado, atualmente, o histórico da TI no país e muitos não sabem que há, ali, pré-requisitos para a implantação do Plano Nacional de Banda Larga. O deputado Julio Semeghini apontou que ainda há necessidade de verificação de disponibilidade, velocidade e preço, partindo das operadoras, para a instalação de internet. Contudo, o acesso da banda larga fixa já foi superado pela móvel.

Atualmente, há cobertura de 39% dos domicílios no Estado de São Paulo. É aqui que acontece a realidade de todas as nossas políticas públicas, disse João Otaviano Machado Neto, representante do prefeiro Gilberto Kassab.

De acordo com os palestrantes, a meta de cobertura até o fim do próximo mandato presidencial, ou seja, até 2015, seja de 75% em todo país.

Fonte: SEPRORJ



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