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22/05/2008 - O impacto da gasolina cara na vida do Americano.

O número de "lesmas" está crescendo nos subúrbios de Washington. É esse o nome dado àqueles que pegam carona entre a casa e o trabalho para economizar na condução.

O que o motorista que dá carona leva em troca? Pode usar uma das pistas consideradas aqui de "alta ocupação", exclusivas para veículos com duas ou mais pessoas a bordo.

Essas pistas (conhecidas como HOV, high occupancy vehicle) existem em todas as grandes rodovias dos Estados Unidos. Adiantam a vida daqueles que viajam com um ou mais passageiros a bordo. São especialmente úteis em regiões como a de Washington, onde os congestionamentos são constantes.

Como a grande maioria viaja sozinha, as pistas HOV ficam quase sempre vazias. No horário de pico, o uso delas pode economizar até meia hora em uma viagem de uma hora e meia entre a casa e o trabalho.

Foi da necessidade de alguns motoristas de encontrar caronas que surgiram os "slugs", ou "lesmas".

Em geral os motoristas que pretendem conseguir ao menos um passageiro se dirigem a terminais de metrô ou de trens de subúrbio, onde encontram filas de quem pretende viajar de carona.

O que o "slug" ganha em troca? Uma boa economia em gasolina ou no dinheiro da passagem. Grosseiramente essa economia é de 10 dólares por dia.

Como tudo nos Estados Unidos, a relação entre motorista e "slug" obedece a algumas regras. O carona não deve mexer no rádio, nas janelas, nem falar no celular.

Para evitar intimidade, ninguém se apresenta formalmente. Os caronas devem evitar assuntos polêmicos: esportes, religião e política, por exemplo.

Como se trata de uma atividade informal, não existem estatísticas a respeito. Mas quem usa o "serviço" diz que as filas cresceram nas últimas semanas, desde que o preço da gasolina nos Estados Unidos ultrapassou o equivalente a R$ 1,70 o litro.

Tudo indica que há futuro para essas viagens compartilhadas por estranhos. O mais conhecido analista de petróleo do país, Arjun Murti, da empresa Goldman Sachs, prevê que o preço do barril, que já chegou aos 130 dólares, passará dos 200.

Fonte: Blog da Américas



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